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Greve geral (sindicalês)
Uma greve de muitos empregados do Estado, devidamente protegidos das agruras do mundo real, cujos "direitos" não são afectados, e ...
Gratuito
Exemplos:
- Autoestradas SCUT, cujas portagens pagas pelos utilizadores correspondem de 10% a 20% dos custos anuais, sendo os outros 80% a 90% pagos pelos contribuintes, muitos dos quais não põem as rodas numa SCUT;
- Manuais escolares gratuitos, cujos custos são pagos na sua quase totalidade por pais cujos filhos ainda não ou já não utilizam manuais.
Greve geral (sindicalês)
Exemplo:
A "greve geral" do dia 11 de Dezembro de 2025 que os sindicatos reclamam ter envolvido 80% dos trabalhadores, o governo reclama ter sido uma minoria insignificante e a confederação patronal alega ter envolvido 2 a 3%, "greve geral" que comprovadamente fechou quase todas as escolas, muitos serviços públicos, a maioria dos transportes públicos do Estado, 100 das 4.500 agências bancárias, 20% dos correios e que, em vez de uma redução do consumo de electricidade de 10% a 25% habitual nos dias de greve geral, teve como consequência um insólito aumento de 6% do consumo de electricidade entre as 0H e as 17H em relação ao dia anterior.
Grunho
Numa perspectiva sociológica, certos autores caracterizam o grunho como um ser em que ocorreu uma ruptura entre o self identitário e o self narrativo - em linguagem vulgar, as suas tretas são bullshit, como diria La Palice. Do ponto de vista zoológico existem duas variedades de grunho: grunhus vulgaris e grunhos litteratus. Tal como as mulas, os grunhos não se reproduzem. O meio ambiente, só por si, não gera um grunho, mas potencia o desenvolvimento das suas características congénitas. Em sentido contrário, um grunhus vulgaris pode perder as suas características diferenciadoras e voltar à normalidade, desde que permaneça por tempo suficiente num ambiente favorável. O grunhus litteratus é, em regra, irreversível.
(Colaboradores especializados: Doutora Ana, psicóloga clínica de profissão e socióloga nas horas vagas, e Doutor X, veterinário do Zoo de Lisboa, que pediu o anonimato)
